Mostrar mensagens com a etiqueta Domenica de Rosa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Domenica de Rosa. Mostrar todas as mensagens

sábado, 14 de abril de 2012

Imagens do que li...

Nunca vos aconteceu verem uma imagem e pensarem "era mesmo isto ou, foi mesmo assim que imaginei tal cenário, tal cena", quando estavam a ler determinado livro? A nós já... É por isso que hoje iniciamos mais uma rubrica no Leituras... Esta consiste em partilhar com vocês algumas imagens que nos fazem lembrar  e nos transportam para o que lemos nalgum livro. Neste caso no Aquele Verão na Toscana.

Aquele Verão na Toscana - Domenica de Rosa


Foi exactamente assim que imaginamos, o Castelo de Patricia, a mesa na rua, a piscina ...

 ... o Fórum Romano ...

... a semi-circular Piazza del Campo em Siena...

... o Cemitério dos Frades Capuchinhos.... o Coliseu de Roma ...

... a Piazza di Spagna, com os seus degraus repletos de flores e a fonte de mármore.

Muitas mais imagens haveriam para mostrar, já que este livro nos mostra cenários lindos, quase como se estivéssemos numa visita guiada pela bela região da Toscana! =) 

sábado, 31 de março de 2012

Frases que ficam...


Aquele Verão na Toscana - Domenica de Rosa

Sobre a escrita criativa...

"Os escritores não escrevem sobre pessoas que conhecem. Escrevem sobre o que conhecem das pessoas." Pág.48

"Nunca teve uma personagem que decidisse por si própria o que pretendia fazer, quase como se a desafiasse a si, a sua criadora?
Nós pensamos que somos os autores - diz ele -, mas somos meros veículos da linguagem. Colocamos a caneta sobre o papel, mas quem sabe o que sairá? Por vezes o texto assume o comando. E é por isso que não pode ser muito meticuloso em relação à estrutura." Pág. 108

quinta-feira, 29 de março de 2012

Aquele Verão na Toscana - Domenica de Rosa




Paixão e escrita num paraíso italiano.


Edição/reimpressão: 2011
Páginas: 320
Editor: Edições Asa

A mesma leitura, duas opiniões diferentes! ;)
Opinião da A. : 

Tinha ali este livro por ler, tinha gostado da sinopse mas ainda não me tinha chamado por aí além. Quando a B. sugeriu lê-lo ao mesmo tempo para irmos trocando impressões, como não tinha vontade de nenhum outro em particular, aceitei. Embarquei nesta leitura sem grandes expectativas e talvez por isso não me tenha desiludido. Deixei-me embalar na leitura como se estivesse deitada numa das cadeiras à beira da piscina, em plena tarde de Verão na Toscana. Fui-me deixando envolver na história lentamente, saboreando à medida que a mesma se ia desenrolando.

Gostei muito das descrições dos cenários, que me transportaram para o local e fizeram com que me conseguisse ver ao lado das personagens, por isso mesmo adorei a visita ao Coliseu, ao Fórum Romano reservado para os gatos, adorei e diverti-me com a "mini-aventura" de Mary, aquando da sua escapadela para a Igreja da Imaculada Conceição, na famosa Via Veneto, onde acabou por se perder e encontrar a Cripta dos Frades Capuchinhos, etc. Consegui imaginar tudo o que eles estavam a ver, como se estivesse mesmo lá.

Quanto às personagens, não as achei demasiadas, achei que todas tinham o seu lugar na história. De inicio achei que a tirar alguma seriam talvez o casal Dorothy e Ricky, que me pareceram que só para o final adquiriram algum relevo, até inesperado digamos, e, lá está, mais uma vez necessário de alguma forma para o desenrolar da história de outra personagem, neste caso, Patrícia.
Simpatizei logo de inicio com as personagens de Anna e Mary, a velhota dinâmica que eu gostava de ser um dia =). E, posteriormente no desenrolar da história, Aldo e Patrícia ganharam também a minha simpatia.
O gato Sean sempre me deixou com a "pulga atrás da orelha", sempre suspeitei que a sua aparição não era ao acaso, desconfiava porquê e acertei! =)

Quanto à escrita criativa que, pela sinopse, prometia ser um ponto importante na história, esta é, também no meu entender, pouco focada. Há algumas dicas interessantes integradas na história, dadas por Jeremy nas suas reuniões com os aspirantes a escritores, mas mesmo assim penso que teria sido interessante que tivesse sido mais explorada.

A leitura deste livro surgiu quando eu precisava de alguma calma na confusão que andava o meu dia-a-dia e consegui encontrá-la ali, no refúgio das tardes de verão naquele castelo na Toscana. Não é uma daquelas histórias que nos prendem imediatamente e nos deixam ansiosos para saber o que vem a seguir, é verdade, mas eu gostei.

Classificação: 3 Bom

Opinião da B. :

Ao contrário da A. e ironicamente, uma vez que fui eu que sugeri lermos este livro, não gostei assim muito. "Aquele verão na Toscana" revelou-se para mim uma desilusão... provavelmente, o problema foi ter criado grandes expectativas, pois pela sinopse parecia-me um daqueles livros que ia adorar.
O único aspecto que adorei no livro foram os cenários magistralmente descritos pela autora, desta região que tenho o sonho de um dia vir a conhecer. E as descrições da comida de Aldo, de fazer crescer água na boca!

Agora as desilusões... A história em si, que parecia ter tudo para ser interessante, acabou por se tornar enfadonha. Talvez pelas personagens que muitas das vezes tive dificuldade em imaginar e que pouco me cativaram. Apenas Mary e Aldo conquistaram a minha simpatia. A meu ver, as personagens eram muito numerosas, o que a certo ponto se tornou confuso, seguir tantas histórias paralelas. Outro aspecto que me desiludiu foi o facto da parte da escrita criativa, que eu pensava ser o tema central e muito me interessava, não ter sido muito focada e desenvolvida.

Classificação: 2 Razoável