
Edição/reimpressão: 2008
Páginas: 463
Editor: Editorial Presença
Sinopse
Esta é a história de uma menina chamada Liesel. Uma menina que viveu em plena Alemanha Nazi. Uma menina que ganhou uma paixão por livros, pelas palavras e pelo poder das palavras, ao encontrar o seu primeiro livro caído no chão coberto de neve do cemitério onde tinha acabado de ver enterrar o seu irmão. Uma menina que encontrou a Morte três vezes. Uma menina que conseguiu despertar o interesse da Morte e que fez com que fosse a própria Morte a querer contar-nos a sua história. E, "Quando a morte nos conta uma história temos todo o interesse em escutá-la."
Mas, também poderia dizer que esta é a história da vida da Morte em plena Alemanha Nazi e em plena 2ª Guerra Mundial. A história das vidas inocentes que ela carregou nos seus braços, das pessoas que ela viu chorar os seus entes queridos, de todos os cenários de horror por onde ela foi passando, das cores que o céu apresentava em cada momento e do cansaço que ela sentia.
O detalhe que nestas descrições sempre se repete é o cenário, o contexto: um país - Alemanha, um idealismo - Nazismo, um líder - Adolf Hitler, um período no tempo - a Alemanha em plena 2ª Guerra Mundial. E este é o ambiente que se vive e se respira na leitura deste livro. Senti a angústia de cada inocente e a vontade de fazer algo contra as injustiças como se estivesse lá a vivenciar cada momento junto das personagens, tal como também sorri com as pequenas alegrias e as pequenas vitórias de cada um.
Sobre a relação de Liesel com as palavras também muito haveria a dizer... amou-as mesmo antes de saber ler e chegou a odiá-las quando percebeu que era através das palavras que Hitler envenenava, de várias formas, toda uma nação.
Este livro fez-me recordar um dos meus filmes preferidos o "A Vida é Bela" e tal como o filme, também o livro é de uma beleza arrasadora.
Como eu te entendo.. Também chorei com este livro. A história é bela, pura e terrivelmente verdadeira. Lê a minha opinião em http://gostodetilivro.blogspot.com/2008/07/rapariga-que-roubava-livros.html . Beijinhos :)
ResponderEliminarA,
ResponderEliminarOs olhos até ficam brilhantes só de recordar a intensidade com que se vive esta história.
Também adorei Hans, mas adorei-os as todos, não consigo separar estas vidas quando ligados por mim laços invisíveis, todos juntos complementam e fazem a diferença nesta história.
Citas-te muito bem a força das palavras, eu pessoalmente adoro a palavra mas é como dizes uma arma poderosa que já levou as nações à ruína e muitos homens a conquista.
Mas neste livro deixa a nostalgia de quem as amava, “A Rapariga Que Roubava Livros”, e que irei eternizar na minha memória.
Beijinhos*
Gostei muito desta sinopse que consegue levantar a ponta do véu da história, sem nos revelar em demasia, mas despertando em nós a vontade de ler este livro.
ResponderEliminarParabéns!